Você pode ter uma casa ecológica desde já, mesmo morando em um apartamento. Veja o vídeo abaixo.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Reúso de águas cinzas
Águas cinzas são as águas provenientes das pias do banheiro, cozinha, lavagem de roupa e banho. Essas águas em geral são encaminhadas para o sistema de esgoto, sendo que podem ser reaproveitadas em um sistema bem simples de irrigação de jardins.
Como sempre estamos usando água, nosso jardim ficaria sempre bem irrigado sem nos dá maiores trabalhos e sem gastar água potável, diminuindo a conta de água da casa.
Veja demonstração no vídeo abaixo.
Como sempre estamos usando água, nosso jardim ficaria sempre bem irrigado sem nos dá maiores trabalhos e sem gastar água potável, diminuindo a conta de água da casa.
Veja demonstração no vídeo abaixo.
Casa Ecológica (projeto meu)
Essa casa virou um atrativo devido ao uso do tijolo de solo cimento. Recebemos visitantes, curiosos, pessoas que querem construir, estudantes, amigos, arquitetos e demais profissionais da construção civil.
Caso alguém se interesse em conhecê-la é só entrar em contato (paula_padilha@uol.com.br).
Ela já foi finalizada e ocupada. Mesmo assim é possível agendar uma visita para quem tem interesse.
Início das obras
Olha os tijolinhos de solo-cimento aqui.
Vejam as esperas. Tem cano de água, cano para ar-condicionado split e ferro da estrutura da parede auto-portante.
Um dos 3 canos para coleta de água de chuva do teto-jardim, que vai para uma cisterna de 10.000 litros no fundo do terreno. Esse cano é grosso demais para o furo do tijolo, por isso fizemos essa solução.
Obra limpa.
Sistema de tratamento de esgoto com filtro.
A parede oeste não esquenta, mesmo nos dias de sol a pino. E olhe que em Foz é um caloraço... de 40º pra cima.
Laje de isopor. Mais leve e melhor isolante térmico. Economia também na fundação devido ao peso reduzido.
Dômus para iluminação zenital. O interior foi pintado de branco para não ter muita perda da iluminação natural. Abaixo foi feito um recorte no forro de gesso e colocado uma pequena placa de acrílico leitoso, que deixa a luz difusa. Esse detalhe, por dentro da casa fica igual à uma luminária artificial, porém é luz natural gratuita e de excelente qualidade para o olho humano. O dômus foi fechado com policarbonato translúcido.
Fachada com mais definição.
Filtro por onde passa a água de chuva e vai para a cisterna. Dessa forma o mosquito da dengue não consegue acessar a cisterna e se proliferar.
Quase pronta!
Clarabóias para iluminação zenital. Foi usado vidro aramado pela maior resistência e durabilidade ao calor, bem como, segurança. Ao fundo as placas de aquecimento solar de água. Kit de aquecimento solar de baixo custo, de PVC. Vem com placas, caixa com isolamento térmico e chuveiro elétrico. Pode comprar pela internet.
Aqui está a caixa d'água com islamento térmico de isopor.
Alçapão para acessar o teto jardim que por enquanto ainda está sem jardim, mas como a laje é de lajota de isopor, temos isolamento térmico mesmo sem o jardim. A escada é retrátil, própria para espaços pequenos.
A casa já está pronta e habitada!
Interessados enviem e-mail para paula_padilha@uol.com.br
As vezes fico meses sem atualizar o blog, portanto, mensagens deixadas aqui podem ficar sem respostas a tempo.
Interessados enviem e-mail para paula_padilha@uol.com.br
As vezes fico meses sem atualizar o blog, portanto, mensagens deixadas aqui podem ficar sem respostas a tempo.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Manual gratuito de Bioconstrução
No link abaixo você poderá acessar o Manual gratuito de Bioconstrução do Ministério Meio Ambiente.
Divirta-se!
http://www.mma.gov.br/estruturas/sedr_proecotur/_publicacao/140_publicacao15012009110921
Divirta-se!
http://www.mma.gov.br/estruturas/sedr_proecotur/_publicacao/140_publicacao15012009110921
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Procura por cursos de arquitetura bioecológica dobrou em 2009
Escrito por Fernanda Dalla Costa — Publicado em 03/02/2010 15:01 A Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica (ANAB) registou um crescimento exponencial no número de pessoas buscando especialização em engenharia e arquitetura que visam utilizar técnicas que visam menor impacto ambiental nos projetos de edifciação conhecidas como arquitetura bioecológica, informou Sílvia Manfredi, diretora da associação à Revista Sustentabilidade.
"No ano passado, apesar da crise, as nossas quatro turmas estiveram cheias", disse Manfredi. "Em 2009, nossas turmas tiveram o dobro de alunos que as de 2008”.
A Anab ofereceu quatro crusos ao longo de 2009, com 20 vagas cada. Em 2008, cerca de metade das vagas não foram preenchidas.
Para a diretora, a busca por uma nova área de atuação ainda pouco explorada, foi a mola propulsora para o aumento do interesse.
A associação oferece cursos de arquitetura bioecológica voltados ao mercado corporativo e abordam Arquitetura Sustentável, Conforto e Saúde Ambiental entre outros aspectos, durante as 280 horas de aulas.
"Nós certificamos o profissional, garantindo que ele está apto a projetar uma edificação sustentável", disso Manfredi.
Disponível em: http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/procura-por-cursos-de-arquitetura-bioecologica-da-anab-dobrou-em-2009
"No ano passado, apesar da crise, as nossas quatro turmas estiveram cheias", disse Manfredi. "Em 2009, nossas turmas tiveram o dobro de alunos que as de 2008”.
A Anab ofereceu quatro crusos ao longo de 2009, com 20 vagas cada. Em 2008, cerca de metade das vagas não foram preenchidas.
Para a diretora, a busca por uma nova área de atuação ainda pouco explorada, foi a mola propulsora para o aumento do interesse.
A associação oferece cursos de arquitetura bioecológica voltados ao mercado corporativo e abordam Arquitetura Sustentável, Conforto e Saúde Ambiental entre outros aspectos, durante as 280 horas de aulas.
"Nós certificamos o profissional, garantindo que ele está apto a projetar uma edificação sustentável", disso Manfredi.
Disponível em: http://www.revistasustentabilidade.com.br/construcao-verde/procura-por-cursos-de-arquitetura-bioecologica-da-anab-dobrou-em-2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Como despertar a consciência ecológica em quem projeta e constrói o ambiente?
Qui, 05/Nov/2009 18:30 Maurício Andrés Ribeiro

Maurício Andrés Ribeiro - Autor de Ecologizar; Tesouros da Índia para a civilização sustentável; Ecologizando a cidade e o planeta. (vejam site e e-mail na postagem original, link original no final deste texto).
O que faz um arquiteto projetar prédios que exigem uso intensivo de ar condicionado, que demandam alto consumo de energia, desadaptados do ambiente natural, num clima tropical, num design que desperdiça recursos naturais e que provoca a emissão intensa de gases de efeito estufa?

Maurício Andrés Ribeiro - Autor de Ecologizar; Tesouros da Índia para a civilização sustentável; Ecologizando a cidade e o planeta. (vejam site e e-mail na postagem original, link original no final deste texto).
O que faz um arquiteto projetar prédios que exigem uso intensivo de ar condicionado, que demandam alto consumo de energia, desadaptados do ambiente natural, num clima tropical, num design que desperdiça recursos naturais e que provoca a emissão intensa de gases de efeito estufa?
Resposta: a) Inconsciência sobre os impactos do seu projeto. (b) Inconsciência ecológica. c) Ganância: quanto mais caro o projeto, maior a remuneração do arquiteto. d) atendimento a demandas de clientes inconscientes e) outros.
Qualquer que seja a resposta a essa questão, ela é relevante, pois o projeto e a construção do habitat humano e toda a cadeia produtiva da construção civil demandam muitos recursos naturais e provocam impactos ambientais e emissão de gases de efeito estufa. O IPCC – Painel intergovernamental de mudanças climáticas identificou nesse setor grandes possibilidades para colaborar para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Como despertar a consciência ecológica em engenheiros, arquitetos e urbanistas e demais profissionais que constroem o ambiente? Aventamos sete possibilidades para responder a esta questão:
1. Regulamentar – incluir nos códigos de obras, de edificações urbanas, nos editais e termos de referência para contratação de projetos e de obras, dispositivos que obriguem ou induzam a adoção de projetos ecologicamente sustentáveis, a exemplo do que vem sendo feito em alguns países europeus.
2. Criar incentivos econômicos para estimular o uso de tecnologias, materiais, processos e práticas de construção ecológicas e criar penalizações econômicas para práticas não ecológicas, que levam a alto consumo de energia ou a alta emissão de carbono.
3. Influenciar o mercado - o marketing, a publicidade e a propaganda atuam sobre o inconsciente e excitam o desejo de consumo. Eles também podem promover o desejo por saúde ambiental, bem como a redução da demanda por bens cujo processo de produção é destrutivo, degradador, poluidor, emissor de gases de efeito estufa. Divulgar, premiar e valorizar as boas práticas que levam a um ambiente sustentável.
4. Mudar a formação no nível básico – tanto nas escolas como fora delas, explicitar os impactos causados pela atividade humana em cada profissão, de forma que cada profissional esteja ciente de sua responsabilidade pessoal para o bem estar global.
5. Formar pessoas com valores ecológicos - consolidar uma ética ecológica, na qual a noção de bem estar e de interesse pessoal seja expandida, tornando-se culturalmente aceita a idéia de que o bem estar do ambiente e o bem estar coletivo são pré-requisitos para o bem estar individual. Ainda que as pessoas continuem a se mover por motivos individuais e pessoais, eles estão colocados numa escala que se aproxima do interesse publico e coletivo.
6. Mudar a formação nas escolas de arquitetura e de engenharia – ensinar a arquitetura e a engenharia sustentáveis, o ecodesign e o urbanismo ecologicamente responsável, adequados para uma sociedade com baixa emissão de carbono.
7. Desenvolver e aplicar indicadores para avaliar em que medida o ambiente construído atende a critérios de sustentabilidade e de responsabilidade ecológica. Promover a certificação ecológica de edificações e espaços construídos.
Que outras ações podem despertar a consciência ecológica em arquitetos, urbanistas, engenheiros, administradores e demais profissionais que projetam e constroem o ambiente?
Acesso em: 07 nov. 2009.
domingo, 1 de novembro de 2009
PERMEAR - Infoteca
Para quem quer material sobre permacultura, bioconstruções, energias renováveis, tratamento de esgotos etc, visite a infoteca da Rede de Permacultores - PERMEAR.
Aproveitem!
http://www.permear.org.br/infoteca/
Aproveitem!
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